O nível de consciência e o meio ambiente

meioambiente1Por Vera Milman
Editora da Revista Tudo Perto
veramilman@hotmail.com

Fiz uma pesquisa entre os meus clientes/anunciantes da Revista TUDO PERTO e do SITE sobre se eles praticavam alguma ação ecológica em prol do meio-ambiente. Formulei uma questão simples e informal e enviei. O retorno foi razoável. Todos que responderam, de alguma forma, se mostraram preocupados com esta questão, e a maioria respondeu que procurava economizar na luz e na água, em casa e no local de trabalho, e outros, como a Quiropraxista Cledi Franco faz mais que isso. Ela recolhe pilhas e baterias em seu consultório, faz reciclagem do lixo e leva orientação aos seus pacientes sobre a importância dessas ações.

A gráfica Comunicação Imprensa, do meu amigo Mazzarollo, fez a substituição de produtos poluentes por óleo e resíduos vegetais, além da reciclagem total das sobras de papel, feita com padrões europeus de preservação ambiental. Segundo ele, esta é uma prática que está se expandindo nesse ramo de negócio.

Um outro cliente, que deu uma resposta muito objetiva foi a RESTAURA JEANS, através dos franqueados Milton e Solange (Venâncio Aires, 472 – Coronel Bordini, 497 – Wenceslau Escobar, 970). Não é de agora que a empresa, com sede em Laguna/SC, pratica ações para evitar a poluição do meio-ambiente. A ideia das sacolas biodegradáveis lançadas por eles é mais uma boa iniciativa como poderão perceber no texto abaixo.

Transcrevo o material enviado pela Restaura Jeans que, acredito, deve ser copiado por outros empresários, fora isso, mostra que o pioneirismo é sempre um fator “chave” na busca de soluções.

sacolarestauraSacolas biodegradáveis: uma contribuição da Restaura Jeans para o meio-ambiente

Já faz tempo que a preocupação com o meio ambiente deixou de se limitar à separação e reciclagem do lixo. A iniciativa de reduzir – e até banir – o uso de sacolas plásticas nas compras já se espalhou entre muitas pessoas, que passaram a usar sacolas de tecido reaproveitáveis, como faziam nossas mães e avós. Mas, e naquelas situações em que se está desprevenido e é preciso fazer alguma compra ou buscar uma roupa na lavanderia?

Para esses casos, a melhor alternativa é o uso de sacolas oxibiodegradáveis. Na prática, essas sacolas se assemelham às sacolas plásticas convencionais. Mas, enquanto estas podem levar mais de cem anos para se decompor na natureza, as oxibiodegradáveis contêm uma substância chamada D2W, que facilita sua degradação em no máximo um ano e meio.

Em algumas cidades e Estados, seu uso por estabelecimentos comerciais e de serviços vem se tornando obrigatório por lei. Em Porto Alegre, no ramo de lavanderia e customização de roupas, a Restaura Jeans é pioneira. “Nossa preocupação com o meio ambiente começa com a recuperação e a reciclagem de roupas, passando pelo tratamento da água utilizada na lavagem e pelos processos de tingimento realizados quase a seco. Agora, somos pioneiros na cidade no uso de plástico oxibiodegradável para embalar e encapar as peças a serem devolvidas aos consumidores”, conta Milton Seixas, sócio da esposa Solange em três lojas franqueadas da Restaura Jeans em Porto Alegre – localizadas nos bairros Bom Fim, Moinhos de Vento e Cristal.

Disponíveis em dois tamanhos e também no formato capa, as sacolas são personalizadas, contendo um selo verde e as frases “Preserve o meio ambiente – Renove essa ideia”.
Sacolas retornáveis: mais uma contribuiçãoRecentemente, a Restaura Jeans também passou a oferecer aos seus clientes a sacola retornável. Ela é produzida em algodão cru, um tecido que não passa por processos como alvejamento, acabamento ou tingimento. Sendo assim, requer poucos recursos hídricos, químicos e energia em sua produção. Com este lançamento, a Restaura Jeans pretende diminuir o uso das sacolas feitas de plástico, que demoram anos para se decompor.

A empresa, que já trabalha com a reciclagem e reaproveitamento de roupas, quer agora expandir seu foco de atuação criando hábitos de consumo menos agressivos. “Essa foi a maneira que encontramos para conscientizar e dar mais voz ao consumidor final na questão da responsabilidade ambiental com a qual todos devemos contribuir”, finaliza o franqueado.

A pesquisa foi aplicada para saber se a proteção da natureza é um assunto que está na mente das pessoas; saber qual o nível de consciência dos empresários, profissionais liberais que anunciam na revista; saber até que ponto estamos articulados para enfrentar as mazelas com que nos deparamos diariamente, decorrente da falta de zelo, me refiro, principalmente, ao lixo nas ruas, o descaso com a limpeza urbana nas nossas cidades, a separação do lixo, o uso das sacolas plásticas, etc. A pesquisa gerou uma pequena amostra do pensamento desta geração de profissionais que, no meu ponto de vista, foi muito positiva. Dá para dizer que, atualmente, uma parte da população tem sim preocupação com estas questões e tenta fazer a sua parte.
Esperamos que as gerações seguintes estejam com um grau de comprometimento ainda maior, pois, sem dúvida, isso é que poderá fazer a diferença em benefício do nosso Planeta.

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One Comment on “O nível de consciência e o meio ambiente”

  • cledi wrote on 22 novembro, 2009, 18:01

    Achei magnifica a Vera abordar este assunto sobre ecologia e obter respostas bem interessante e postar no site. Quando ao ler e ver que minha contribuição para o meio ambiente e para tornar esse veiculo de comunicação valorizou a minha resposta, só tenho a agradecer, porque graças a pessoas como voce Vera o mundo se faz um pouquinho melhor, mais humanizado, valorizado e mais cuidado. Parabéns a revista Tudo Perto e a Vera Milmam inovar é a melhor ideia que em 2010 surjam novas ações.

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