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	<title>Tudo Perto - Revista de Bairro &#187; Notícias Ecológicas</title>
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	<description>Sua revista de bairro em Porto Alegre</description>
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		<title>Operação Ar Puro da EPTC começa hoje em Porto Alegre</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 14:12:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias Ecológicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Em dezembro, a Operação Ar Puro da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) medirá o nível de fumaça preta nos veículos a diesel]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>EPTC divulga locais da Operação Ar Puro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em dezembro, a Operação Ar Puro da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) medirá o nível de fumaça preta nos veículos a diesel, nos seguintes locais:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>05, segunda-feira: av. Borges de Medeiros</p>
<p>06, terça-feira: Terminal de ônibus rua Adelino F. Jardim; Terminal de ônibus Humaitá</p>
<p>07, quarta-feira: av. Nonoai</p>
<p>12, segunda-feira: av. Farrapos</p>
<p>13, terça-feira: Terminal de ônibus T3 e T4 (Diário de Noticias); Terminal de ônibus Parada 21 (Lomba do Pinheiro)</p>
<p>14, quarta-feira: Estrada. Edgar Pires de Castro</p>
<p>19, segunda-feira: av. Loureiro da Silva</p>
<p>20, terça-feira: Terminal de ônibus Serraria; Terminal de ônibus Gamal Abdel Nasser</p>
<p>21, quarta-feira: av. Castelo Branco</p>
<p>26, segunda-feira: av. Salvador França</p>
<p>27, terça-feira: Terminal de ônibus Rua Guerra Junqueira e Enrico Caruso; Terminal de ônibus Major Tito (Belém Velho)</p>
<p>28, quarta-feira: av. Plínio Kroeff</p>
<p>Fonte: <em><a href="http://www2.portoalegre.rs.gov.br/portal_pmpa_novo/default.php?p_noticia=147872&amp;EPTC+DIVULGA+LOCAIS+DA+OPERACAO+AR+PURO" target="_blank">Prefeitura de Porto Alegre</a></em></p>
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		<title>Os Yanomami e sua terra</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 12:25:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veramilman</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os Yanomami formam uma sociedade de caçadores-agricultores da floresta tropical do Norte da Amazônia cujo contato com a sociedade nacional é, na maior parte do seu território,relativamente recente. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong><a href="http://tudoperto.com.br/wp-content/uploads/2010/09/yanomami.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1504" title="Brazil. Yanomami Indian 8" src="http://tudoperto.com.br/wp-content/uploads/2010/09/yanomami-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Por Bruce Albert</strong><br />
Pesquisador do IRD (Paris) associado ao Instituto Socioambiental (São Paulo)<br />
Junho de 1999<br />
</em><a href="http://www.roraima-brasil.com.br/povosindigenas.html"><em>http://www.roraima-brasil.com.br/povosindigenas.html</em></a></p>
<p>Os Yanomami formam uma sociedade de caçadores-agricultores da floresta tropical do Norte da Amazônia cujo contato com a sociedade nacional é, na maior parte do seu território, relativamente recente. Seu território cobre, aproximadamente, 192.000 km², situados em ambos os lados da fronteira Brasil-Venezuela na região do interflúvio Orinoco &#8211; Amazonas (afluentes da margem direita do rio Branco e à esquerda do rio Negro). Constituem um conjunto cultural e lingüístico composto de, pelo menos, quatro subgrupos adjacentes que falam línguas da mesma família (Yanomae, Yanõmami, Sanima e Ninam). A população total dos Yanomami, no Brasil e na Venezuela, é hoje estimada em cerca de 26.000 pessoas.</p>
<p><a href="http://tudoperto.com.br/wp-content/uploads/2010/09/yanomami4.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1503" title="Davi Yanomami with Yanomami children,  Brazil" src="http://tudoperto.com.br/wp-content/uploads/2010/09/yanomami4-300x204.jpg" alt="" width="300" height="204" /></a>No Brasil, a população Yanomami é de 12.795 pessoas, repartidas em 228 comunidades (censo da Fundação Nacional de Saúde de 1999). A terra Indígena Yanomami, que cobre 9.664.975 ha (96.650 km²) de floresta tropical é reconhecida por sua alta relevância em termo de proteção da biodiversidade amazônica e foi homologada por um decreto presidencial em 25 de maio de 1992.</p>
<p>O nome “Yanomami” O etnônimo &#8220;Yanomami&#8221; foi produzido pelos antropólogos a partir da palavra yanõmami que, na expressão yanõmami thëpë, significa &#8220;seres humanos&#8221;. Essa expressão se opõe às categorias yaro (animais de caça) e yai (seres invisíveis ou sem nome), mas também a napë (inimigo, estrangeiro, &#8220;branco&#8221;). Os Yanomami remetem sua origem à copulação do demiurgo Omama com a filha do monstro aquático Tëpërësiki, dono das plantas cultivadas. A Omama é atribuída a origem das regras da sociedade e da cultura yanomami atual, bem como a criação dos espíritos auxiliares dos pajés: os xapiripë (ou hekurapë). O filho de Omama foi o primeiro xamã. O irmão ciumento e malvado de Omama, Yoasi, é a origem da morte e dos males do mundo.</p>
<p><strong><a href="http://tudoperto.com.br/wp-content/uploads/2010/09/yanomami3.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1502" title="yanomami3" src="http://tudoperto.com.br/wp-content/uploads/2010/09/yanomami3.jpg" alt="" width="280" height="180" /></a>Os brancos: napëpë </strong></p>
<p>Uma narrativa mítica ensina que os estrangeiros devem também sua existência aos poderes demiúrgicos de Omama. Conta-se que foram criados a partir da espuma do sangue de um grupo de ancestrais Yanomami levado por uma enchente após a quebra de um resguardo menstrual e devorado por jacarés e ariranhas. A língua &#8220;emaranhada&#8221; dos forasteiros lhes foi transmitida pelo zumbido de Remori, o antepassado mítico do marimbondo comum nas praias dos grandes rios. Para chegar a esta inclusão dos brancos numa humanidade comum, ainda que oriunda de uma criação &#8220;de segunda mão&#8221;, os antigos Yanomamis tiveram que viver um longo tempo de encontros perigosos e tensos com esses estranhos, que passaram a chamar de napëpë (“estrangeiros, inimigos”). De fato, a primeira visão que tiveram dos brancos foi de um grupo de fantasmas vindo de suas moradias nas &#8220;costas do céu&#8221; com o escandaloso propósito de voltar a morar no mundo dos vivos (a volta dos mortos é um tema mítico e ritual particularmente importante para os Yanomami).</p>
<p><strong><a href="http://tudoperto.com.br/wp-content/uploads/2010/09/yanomami2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1501" title="yanomami2" src="http://tudoperto.com.br/wp-content/uploads/2010/09/yanomami2-300x209.jpg" alt="" width="300" height="209" /></a>Os antigos Yanomami</strong></p>
<p>Por não possuírem afinidade genética, antropométrica ou lingüística com os seus vizinhos atuais, como os Yekuana (de língua karib), geneticistas e lingüistas que os estudaram deduziram que os Yanomami seriam descendentes de um grupo indígena que permaneceu relativamente isolado desde uma época remota. Uma vez estabelecido enquanto conjunto lingüístico, os antigos Yanomami teriam ocupado a área das cabeceiras do Orinoco e Parima há um milênio, e ali iniciado o seu processo de diferenciação interna (há 700 anos) para acabar desenvolvendo suas línguas atuais.</p>
<p>Segundo a tradição oral Yanomami e os documentos mais antigos que mencionam este grupo indígena, o centro histórico do seu habitat situa-se na Serra Parima, divisor de águas entre o alto Orinoco e os afluentes da margem direita do rio Branco. Essa é ainda a área mais densamente povoada do seu território. O movimento de dispersão do povoamento Yanomami a partir da Serra Parima em direção às terras baixas circunvizinhas começou, provavelmente, na primeira metade do século XIX, após a penetração colonial nas regiões do alto Orinoco e dos rios Negro e Branco, na segunda metade do século XVIII. A configuração contemporânea das terras Yanomami tem sua origem neste antigo movimento migratório.</p>
<p>Tal expansão geográfica dos Yanomami foi possível, a partir do século XIX e até o começo do século XX, por um importante crescimento demográfico. Vários antropólogos consideram que essa expansão populacional foi causada por transformações econômicas induzidas pela aquisição de novas plantas de cultivo e de ferramentas metálicas através de trocas e guerras com grupos indígenas vizinhos (Karib, ao norte e a leste; Arawak, ao sul e ao oeste), que, por sua vez, mantinham um contato direto com a fronteira branca. O esvaziamento progressivo do território desses grupos, dizimados pelo contato com a sociedade regional por todo o século XIX, acabou favorecendo também o processo de expansão Yanomami.</p>
<p><strong>Primeiros contatos</strong></p>
<p>Até o fim do século XIX, portanto, os Yanomami mantinham contato apenas com outros grupos indígenas vizinhos. No Brasil, os primeiros encontros diretos de grupos yanomami com representantes da fronteira extrativista local (balateiros, piaçabeiros, caçadores), bem como com soldados da Comissão de Limites e funcionários do SPI ou viajantes estrangeiros, ocorreram nas décadas de 1910 a 1940. Entre os anos 1940 e meados dos anos 1960, a abertura de alguns postos do SPI e, sobretudo, de várias missões católicas e evangélicas, estabeleceu os primeiros pontos de contato permanente no seu território. Estes postos constituíram uma rede de pólos de sedentarização, fonte regular de objetos manufaturados e de alguma assistência sanitária, mas também, muitas vezes, origem de graves surtos epidêmicos (sarampo, gripe e coqueluche).</p>
<p><strong>O tempo do “desenvolvimento”</strong></p>
<p>Nas décadas de 1970 e 1980, os projetos de desenvolvimento do Estado começaram a submeter os Yanomami a formas de contato maciço com a fronteira econômica regional em expansão, principalmente no oeste de Roraima: estradas, projetos de colonização, fazendas, serrarias, canteiros de obras e primeiros garimpos. Esses contatos provocaram um choque epidemiológico de grande magnitude, causando altas perdas demográficas, uma degradação sanitária generalizada e, em algumas áreas, graves fenômenos de desestruturação social.</p>
<p><strong>A estrada Perimetral Norte</strong></p>
<p>As duas principais formas de contato inicialmente conhecidas pelos Yanomami &#8211; primeiro, com a fronteira extrativista e, depois, com a fronteira missionária &#8211; coexistiram até o início dos anos 1970 como uma associação dominante no seu território. Entretanto, os anos 1970 foram marcados (especialmente em Roraima) pela implantação de projetos de desenvolvimento no âmbito do “Plano de Integração Nacional” lançado pelos governos militares da época. Tratava-se, essencialmente, da abertura de um trecho da estrada Perimetral Norte (1973-76) e de programas de colonização pública (1978-79) que invadiram o sudeste das terras yanomami. Nesse mesmo período, o projeto de levantamento dos recursos amazônicos RADAM (1975) detectou a existência de importantes jazidas minerais na região. A publicidade dada ao potencial mineral do território Yanomami desencadeou um movimento progressivo de invasão garimpeira, que acabou agravandose no final dos anos 1980 e tomou a forma, a partir de 1987, de uma verdadeira corrida do ouro.</p>
<p><strong>A corrida do ouro</strong></p>
<p>Uma centena de pistas clandestinas de garimpo foi aberta no curso superior dos principais afluentes do Rio Branco entre 1987 e 1990. O número de garimpeiros na área Yanomami de Roraima foi, então, estimado em 30 a 40.000, cerca de cinco vezes a população indígena ali residente. Embora a intensidade dessa corrida do ouro tenha diminuído muito a partir do começo dos anos 1990, até hoje núcleos de garimpagem continuam encravados na terra Yanomami, de onde seguem espalhando violência e graves problemas sanitários e sociais.</p>
<p><strong>Ameaças futuras?</strong></p>
<p>À frente de expansão garimpeira tendeu, no fim da década de 1980, a suplantar as formas anteriores de contato dos Yanomami com a sociedade envolvente e até a relegar a segundo plano a fronteira dos projetos de desenvolvimento surgida nos anos 1970. Isto não significa, no entanto, que outras atividades econômicas (agricultura comercial, empreendimentos madeireiros e agropecuários, mineração industrial), ainda incipientes ou inexistentes, não possam constituir, no futuro, uma nova ameaça à integridade das terras</p>
<p><strong>Yanomami, apesar de sua demarcação e homologação.</strong></p>
<p>Assim, além do persistente interesse garimpeiro sobre a região, deve-se notar que quase 60% do território Yanomami está coberto por requerimentos e títulos minerários registrados no Departamento Nacional de Produção Mineral por empresas de mineração públicas e privadas, nacionais e multinacionais. Além disso, os projetos de colonização implementados nas décadas de 1970 e 1980 no leste e sudeste das terras Yanomami criaram uma frente de povoamento que tende a expandir-se para dentro da área indígena (regiões de Ajarani e Apiaú) devido ao fluxo migratório direcionado para Roraima &#8211; tendência que poderá ser ampliada no futuro em conseqüência do apagamento dos limites da demarcação por um mega-incêndio que atingiu Roraima no começo de 1998.</p>
<p>Enfim, três bases militares do “Projeto Calha Norte” foram implementadas na Terra Yanomami desde 1985 (Pelotões Especiais de Fronteira/ PEF de Maturacá, Surucucus e Auaris, um quarto está previsto na região de Ericó), induzindo graves problemas sociais (prostituição) nas populações locais, o que já suscitou protestos de lideranças Yanomami de Roraima.</p>
<p><strong>A casa/aldeia</strong></p>
<p>Os grupos locais Yanomami são geralmente constituídos por uma casa plurifamiliar em forma de cone ou de cone truncado chamado yano ou xapono (Yanomami orientais e ocidentais), ou por aldeias compostas de casas de tipos retangulares (Yanomami do norte e nordeste). Cada casa coletiva ou aldeia considera-se como uma entidade econômica e política autônoma (kami theri yamaki, &#8220;nós co-residentes&#8221;) e seus membros preferem, idealmente, casar-se nesta comunidade de parentes com um(a) primo(a) &#8220;cruzado(a)&#8221;, ou seja, o(a) filho(a) de um tio materno e uma tia paterna. Esse tipo de casamento é reproduzido o quanto possível entre as famílias numa geração e de geração em geração, fazendo da casa coletiva ou aldeia yanomami um denso e confortável emaranhado de laços de consangüinidade e afinidade.</p>
<p><strong>O espaço social inter-aldeão</strong></p>
<p>Porém, apesar desse ideal autárquico, todos os grupos locais mantêm uma rede de relações de troca matrimonial, cerimonial e econômica com vários grupos vizinhos, considerados aliados frente aos outros conjuntos multicomunitários da mesma natureza. Esses conjuntos superpõem-se parcialmente para formar uma malha sócio-política complexa, que liga a totalidade das casas coletivas e aldeias Yanomami de um lado ao outro do território indígena. O espaço social fora da casa coletiva ou da aldeia, consideradas como mônadas de parentesco próximo, é tido com desconfiança como o universo perigoso dos &#8220;outros&#8221; (yaiyo thëpë): visitantes (hwamapë), que, nas grandes cerimônias funerárias e de aliança intercomunitária reahu, podem causar doenças usando de feitiçaria para se vingar de insultos, avareza ou ciúme sexual; inimigos (napë thëpë), que podem matar, atacando a aldeia como guerreiros (waipë) ou feiticeiros (okapë); gente desconhecida e longínqua (tanomai thëpë), que pode provocar doenças letais mandando espíritos xamânicos predadores ou caçar o duplo animal rixi das pessoas (os rixi vivem nas matas remotas, longe de seu duplo humano); enfim, os &#8220;brancos&#8221; (napëpë), categoria paradoxal de estrangeiros (inimigos potenciais) próximos, diante dos quais temem-se as epidemias (xawara) associadas às fumaças produzidas por suas &#8220;máquinas&#8221; (maquinários de garimpo, motores de aviões e helicópteros) e à queima de suas possessões (mercúrio e ouro, papéis, lonas e lixo).</p>
<p><strong>O uso dos recursos</strong></p>
<p>O espaço de floresta usado por cada casa-aldeia Yanomami pode ser descrito esquematicamente como uma série de círculos concêntricos. Esses círculos delimitam áreas de uso de modos e intensidade distintos. O primeiro círculo, num raio de cinco quilômetros, circunscreve a área de uso imediato da comunidade: pequena coleta feminina, pesca individual ou, no verão, pesca coletiva com timbó, caça ocasional de curta duração (ao amanhecer ou ao entardecer) e atividades agrícolas. O segundo círculo, num raio de cinco a dez quilômetros, é a área de caça individual (rama huu) e da coleta familiar do dia-a-dia.</p>
<p>O terceiro círculo, num raio de dez a vinte quilômetros, é a área das expedições de caça coletivas (henimou) de uma a duas semanas que antecedem os rituais funerários (cremações dos ossos, enterros ou ingestões de cinzas nas cerimônias intercomunitárias reahu), bem como das longas expedições plurifamiliares de coleta e caça (três a seis semanas) durante a fase de maturação das novas roças (waima huu). Encontram-se também nesse &#8220;terceiro círculo&#8221; tanto as roças novas quanto as antigas, junto às quais se acampa esporadicamente – para cultivar nas primeiras, colher nas segundas – e em cujos arredores a caça é abundante.</p>
<p>Os Yanomami costumavam passar entre um terço e quase a metade do ano acampados em abrigos provisórios (naa nahipë) em diferentes locais dessa área de floresta mais afastada da sua casa coletiva ou aldeia. Esse tempo de vida na floresta tende a diminuir quando se estabelecem relações de contato regular com os brancos, dos quais os Yanomami ficam dependentes para ter acesso a remédios e mercadorias.</p>
<p><strong>Urihi, a terra-floresta</strong></p>
<p>A palavra yanomami urihi designa a floresta e seu chão. Significa também território: ipa urihi, &#8220;minha terra&#8221;, pode referir-se à região de nascimento ou à região de moradia atual do enunciador; yanomae thëpë urihipë, &#8220;a floresta dos seres humanos&#8221;, é a mata que Omama deu para os Yanomamis viverem de geração em geração; seria, em nossas palavras, &#8220;a terra yanomami&#8221;. Urihi pode ser, também, o nome do mundo: urihi a pree, &#8220;a grande terra-floresta&#8221;.</p>
<p><strong>Uma geografia cosmológica</strong></p>
<p>Fonte de recursos, urihi, a terra-floresta, não é, para os Yanomamis, um simples cenário inerte submetido à vontade dos seres humanos. Entidade viva, ela tem uma imagem essencial (urihinari), um sopro (wixia), bem como um princípio imaterial de fertilidade (në rope). Os animais (yaropë) que abriga são vistos como avatares dos antepassados míticos homens/animais da primeira humanidade (yaroripë) que acabaram assumindo a condição animal em razão do seu comportamento descontrolado, iinversão das regras sociais atuais. Nas profundezas emaranhadas da urihi, nas suas colinas e nos seus rios, escondem-se inúmeros seres maléficos (nëwaripë), que ferem ou matam os Yanomamis como se fossem caça, provocando doenças e mortes. No topo das montanhas, moram as imagens (utupë) dos ancestrais-animais transformadas em espíritos xamânicos xapiripë.</p>
<p>Os xapiripë foram deixados por Omama para que cuidassem dos humanos. Toda a extensão de urihi é coberta pelos seus espelhos onde brincam e dançam sem fim. No fundo das águas, esconde-se a casa do monstro Tëpërësik«, sogro de Omama, onde moram também os espíritos yawarioma, cujas irmãs seduzem e enlouquecem os jovens caçadores yanomami, dandolhes, assim, acesso à carreira xamânica.</p>
<p><strong>Os espíritos xapiripë</strong></p>
<p>A iniciação dos pajés é dolorosa e extática. Ao longo dela, inalando por muitos dias o pó alucinógeno yãkõana (resina ou fragmentos da casca interna da árvore Virola sp. secados e pulverizados) sob a condução dos mais antigos, aprendem a &#8220;ver/ conhecer&#8221; os espíritos xapiripë e a &#8220;responder&#8221; a seus cantos.</p>
<p>Os xapiripë são vistos sob a forma de miniaturas humanóides enfeitados de ornamentos cerimoniais coloridos e brilhantes. Sua dança de apresentação é comparada à ruidosa e alegre chegada de grupos convidados, ricamente adornados, numa festa intercomunitária reahu. São, sobretudo, &#8220;imagens&#8221; xamânicas (utupë) de entes da floresta. Existem xapiripë de mamíferos, pássaros, peixes, batráquios, répteis, lagartos, quelônios, crustáceos e insetos. Existem espíritos de diversas árvores, espíritos das folhas, espíritos dos cipós, dos méis silvestres, da água, das pedras, das cachoeiras… Muitos são também &#8220;imagens&#8221; de entidades cósmicas (lua, sol, tempestade, trovão, relâmpago) e de personagens mitológicas. Existem também humildes xapiripë caseiros, como o espírito do cachorro, o espírito do fogo ou da panela de barro. Existem, enfim, espíritos dos &#8220;brancos&#8221; (os napënapëripë, mobilizados, por homeopatia simbólica, para combater as epidemias) e de seus animais domésticos (galinha, boi, cavalo).</p>
<p><strong>O trabalho dos pajés</strong></p>
<p>Uma vez iniciados, os pajés yanomami podem chamar até si os xapiripë, para que estes atuem como espíritos auxiliares. Esse poder de conhecimento/ visão e de comunicação com o mundo das “imagens/essências vitais” (utupë) faz dos pajés os pilares da sociedade yanomami. Escudo contra os poderes maléficos oriundos dos humanos e dos não-humanos que ameaçam a vida dos membros de suas comunidades, eles são também incansáveis negociadores e guerreiros do invisível, dedicados a domar as entidades e as forças que movem a ordem cosmológica. Controlam a fúria dos trovões e dos ventos de tempestade, a regularidade da alternância do dia e da noite, da seca e das chuvas, a abundância da caça, a fertilidade das plantações, sustentam a abóbada do céu para impedir sua queda (a terra atual é um antigo céu caído), afastam os predadores sobrenaturais da floresta, contra-atacam as investidas de espíritos agressivos de pajés inimigos e, principalmente, curam os doentes, vítimas da malevolência humana (feitiçarias, xamanismo agressivo, agressões ao duplo animal) ou não-humana (advinda dos seres maléficos në waripë).</p>
<p><strong>Ver os espíritos xapiripë</strong></p>
<p>Para desenvolver suas sessões, os pajés inalam o pó yãkõana, considerado como a comida dos espíritos. Sob seu efeito, dizem &#8220;morrer&#8221;: entram num estado de transe visionário durante o qual &#8220;chamam&#8221; a si e &#8220;fazem descer&#8221; vários espíritos auxiliares, com os quais acabam identificando-se, imitando as coreografias e cantos de cada um em função da sua mobilização na pajelança (designam-se os pajés como xapiri thëpë, &#8220;gente espírito&#8221;; o fazer pajelança diz-se xapirimu, &#8220;agir enquanto espírito&#8221;). Assim, quando &#8220;seus olhos morrem&#8221;, os pajés adquirem uma visão/ poder que, ao contrário da percepção ilusória da &#8220;gente comum&#8221; (kua përa thëpë), lhes dá acesso à essência dos fenômenos e ao tempo de suas origens, portanto, à capacidade de modificar seu curso.</p>
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		<title>Mundo Desigual</title>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 11:32:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Recebi o release, da Agência de Notícias do Terceiro Setor, por intermédio da jornalista Daniely Tomazzine de São Paulo. Decidi publicar aqui no site por considerar importante sua divulgação. Vera Milman

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong><a href="http://tudoperto.com.br/wp-content/uploads/2010/05/plan.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1308" title="plan" src="http://tudoperto.com.br/wp-content/uploads/2010/05/plan.jpg" alt="" width="268" height="159" /></a></strong></em></p>
<p>&#8220;O maior assassino do mundo e a maior causa de doenças e sofrimento ao redor do golfo é… a extrema pobreza.&#8221;</p>
<p><strong>Desigualdade Social</strong></p>
<p>21 países retrocederam em seu Índice de Desenvolvimento Humano, contra apenas 4 na década anterior. Em 54 países a renda per capita é mais baixa do que em 1990. Em 34 países a expectativa de vida ao nascer diminuiu, em 21 há mais gente passando fome e em 14 há mais crianças morrendo antes dos cinco anos;</p>
<p>No Brasil, 10% brasileiros mais pobres recebem 0,9% da renda do país, enquanto os 10% mais ricos ficam com 47,2%. Segundo a Unicef, 6 milhões de crianças (10% do total) estão em condições de “severa degradação das condições humanas básicas, incluindo alimentação, água limpa, condições sanitárias, saúde, habitação, educação e informação”.</p>
<p>A pesquisa ainda mostra que 15% das crianças brasileiras vivem sem condições sanitárias básicas. As áreas rurais do Brasil concentram a maioria das crianças carentes, com 27,5% delas vivendo em “absoluta pobreza”.</p>
<p>Segundo a OIT, os dados de trabalhadores domésticos infantis é espantoso: no Peru, 110 mil; no Paraguai, 40 mil; na Colômbia, 64 mil; na República Dominicana, 170 mil; apenas na Guatemala, 40 mil; no Haiti, 200 mil; e no Brasil – o campeão de trabalho doméstico na América Latina e talvez no mundo – 500 mil.</p>
<p>. Com 53,9 milhões de pobres, o equivalente a 31,7% da população, o Brasil aparece em penúltimo lugar em termos de distribuição de renda numa lista de 130 países. É o que mostra estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, divulga hoje em Brasília.</p>
<p>Das 55 milhões de crianças de 10 a 15 anos no Brasil, 40% estão desnutridas. 1,5 milhão entre 7 e 14 anos está fora da escola. A cada ano, 2,8 milhões de crianças abandonam o ensino fundamental. Das que concluem a 4ª série, 52% não sabem ler nem escrever.</p>
<p>Mais de 27 milhões de crianças vivem abaixo da linha da pobreza no Brasil, e fazem parte de famílias que têm renda mensal de até meio salário mínimo. Aproximadamente 33,5% de brasileiros vivem nessas c ondições econômicas no país, e destes, 45% são crianças que têm três vezes mais possibilidade de morrer antes dos cinco anos.</p>
<p>A cada 12 minutos, uma pessoa é assassinada no Brasil. Por ano, são registrados 45 mil homicídios no País. No entanto, a probabilidade de um assassino ser condenado e cumprir pena até o fim no Brasil é de apenas 1%.</p>
<p>O Brasil é, segundo a ONU, o país onde mais se mata com armas de fogo. Todos os anos são mortos 40 mil brasileiros;</p>
<p>1,9% do PIB brasileiro é consumido no tratamento de vítimas da violência;</p>
<p>A Aids já deixou mais de 11 milhões de órfãos na África; o devastador avanço desta doença fará com que, em 2010, pelo menos 40 milhões de menores em todo o continente tenham perdido pelo menos um de seus pais, segundo a UNICEF. &lt; SPAN-content&gt;A cada minuto, uma criança morre de AIDS.</p>
<p>Mais de 1,1 bilhão de pessoas não têm acesso à água potável no planeta, segundo dados da ONU. Outros 2.4 bilhões não têm saneamento básico. A combinação do dois índices é apontada com a causa de pelo menos 3 milhões de mortes todo ano. Um europeu consome em média entre 300 e 400 litros diariamente, um americano mais de 600 litros, enquanto um africano tem acesso a 20 ou 30 litros diários.</p>
<p>Um em cada seis habitantes da Terra não tem água potável para beber e dois em cada cinco não dispõem de acesso a saneamento básico.</p>
<p>Até 2050, quando 9,3 bilhões de pessoas devem habitar a Terra, entre 2 bilhões e 7 bilhões de pessoas não terão acesso à água de qualidade.</p>
<p>A fome no mundo, depois de recuar na primeira metade dos anos 90, voltou a crescer e já atinge cerca de 850 milhões de pessoas. A cada ano, entram nesse grupo mais 5 milhões de famintos.</p>
<p>A OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que 160 mil pessoas estão morrendo por causa do aquecimento global, número que poderia dobrar até 2020 &#8211; contabilizando-se catástrofes naturais e doenças relacionadas a elas.</p>
<p>Além da morte, a desnutrição crônica também provoca a diminuição da visão, a apatia, a atrofia do crescimento e aumenta consideravelmente a susceptibil idade às doenças. As pessoas que sofrem de desnutrição grave ficam incapacitadas de funções até mesmo a um nível mais básico.</p>
<p>Muitas vezes, são necessários apenas alguns recursos simples para que os povos empobrecidos tenham capacidade de produzir alimentos de modo a se tornarem auto-suficientes. Estes recursos incluem sementes de boa qualidade, ferramentas adequadas e o acesso a água. Pequenas melhorias nas técnicas de cultivo e nos métodos de armazenamento de alimentos também são úteis..</p>
<p>Muitos peritos nas questões da fome acreditam que, fundamentalmente, a melhor maneira de reduzir a fome é através da educação. As pessoas instruídas têm uma maior capacidade para sair deste ciclo de pobreza que provoca a fome.</p>
<p>Fontes: Documentos internacionais, principalmente da ONU, UNICEF, OMS, FAO e UNAIDS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Por: Marcio Demari</strong><br />
Diretor Presidente do Planeta Voluntários &#8211; Brasil<br />
<a href="http://www.planetavoluntarios.com.br/">http://www.planetavoluntarios.com.br/</a></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Brasil vai do Caburaí ao Chuí</title>
		<link>http://tudoperto.com.br/2010/04/26/o-brasil-vai-do-caburai-ao-chui/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 11:21:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veramilman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Ainda é muito comum que os brasileiros utilizem a expressão do Oiapoque ao Chuí quando querem dizer do extremo norte ao extremo sul do Brasil. Isso acontece por falta de conhecimento da geografia do país onde vivem, e também porque a imprensa tem contribuído pouco em divulgar a informação correta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong><a href="http://tudoperto.com.br/wp-content/uploads/2010/04/caburai.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1288" title="caburai" src="http://tudoperto.com.br/wp-content/uploads/2010/04/caburai-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Por Joaquim Magno de Souza</strong></em></p>
<p>Ainda é muito comum que os brasileiros utilizem a expressão do Oiapoque ao Chuí quando querem dizer do extremo norte ao extremo sul do Brasil. Isso acontece por falta de conhecimento da geografia do país onde vivem, e também porque a imprensa tem contribuído pouco em divulgar a informação correta.</p>
<p>Durante muito tempo se considerou o ponto extremo norte do país como o Cabo Orange, localizado no Oiapoque, estado do Amapá.</p>
<p>Dados históricos revelam que em 1998, uma expedição oficial realizada sob a coordenação do prefeito de Uiramutã/RR, Venceslau Braz de Freitas Barbosa teria alcançado o monte pela primeira vez e confirmado ser o MONTE CABURAÍ o verdadeiro ponto extremo Norte do Brasil.</p>
<p>No entanto, esse fato não é nenhuma revelação recente. Já em 1931, a Serra do Caburaí aparecia como ponto extremo do norte brasileiro nas anotações do Capitão-de-Mar-e-Guerra Braz Dias de Aguiar, chefe da Comissão Brasileira Demarcadora de Limites. Aguiar, então, concluiu que o ponto extremo Norte do Brasil era a Serra do Caburaí em detrimento do Monte Roraima, situado aqui no estado do mesmo nome. Aliás, só para ilustrar o conhecimento de todos, o nosso estado recebeu o nome de RORAIMA em homenagem ao lendário e místico MONTE RORAIMA.</p>
<p>De fato, uma simples visualização cartográfica da região evidencia a localização mais setentrional do Monte Caburaí em relação ao Oiapoque, sem muito mistério. Basta olhar o mapa com um pouco de atenção.</p>
<p>Com base nestes dados é correto dizer que O BRASIL VAI DO CABURAÍ AO CHUÍ. Para os poetas ainda fica mais bonito, porque há rima na frase, e fica até mais agradável de expressar. A expressão Do Oiapoque ao Chuí foi sempre mal interpretada como referindo-se aos pontos extremos do Brasil, na verdade ela foi cunhada visando expressar a extensão do litoral brasileiro, facilmente visualizada nos mapas.</p>
<p>Portanto, para não cair no erro novamente, saiba diferenciar o extremo norte do país do início do litoral brasileiro, na sua face norte.</p>
<p>O Ministério da Educação, já reconhece oficialmente o fato desde 1998, data em que obrigou as editoras de livros a ratificarem a informação nos livros didáticos, o que parece não ter adiantado muito, sendo a expressão popular errada do Oiapoque ao Chuí vista até hoje como correta pela maioria do povo brasileiro, inclusive (e infelizmente) pela mídia de uma forma geral (há exceções).</p>
<p>Em 2005, no mês de junho, esteve em Roraima uma equipe composta de 30 pessoas, entre elas Oficiais do IME-RJ, comandada pelo competente Cel Cecílio, jornalistas, estudantes, representantes do IBGE (Srs Marco e Castro) para conferir e registrar em GPS de alta precisão os pontos culminantes e os pontos extremos do Brasil: tendo o Monte Roraima definido com a 7ª montanha mais alta do Brasil e o Monte Caburaí como ponto extremo do país. Nesta oportunidade, tive o nobre privilégio se compor a equipe dando todas as orientações e fazendo o guiamento para uma bem sucedida operação no Monte Roraima, e em seguida participando dos trabalhos no Caburaí.</p>
<p>No sentido de que os brasileiros conheçam melhor sua própria geografia, e assim se interessem ainda mais pelas suas belezas naturais aqui da nossa região, é que compartilho essa informação com todos.</p>
<p>Portanto, em suas próximas expressões, lembre-se:</p>
<p>O BRASIL VAI DO CABURAÍ AO CHUÍ.</p>
<p>E para finalizar: RORAIMA (RR) não é RONDÔNIA (RO), e Rondônia não é Roraima. A capital de Roraima é Boa Vista, e não Rio Branco (que é a capital do Acre). O estado de Roraima está ao norte do estado do Amazonas e Rondônia a sudoeste do Amazonas. Muita gente confunde uma coisa com outra. Conhecimento nunca é demais.</p>
<p>RORAIMA – BELEZAS SEM LIMITES !</p>
<p>Para conhecer nossas belezas, visite:</p>
<p><a href="http://www.roraima-brasil.com.br">http://www.roraima-brasil.com.br</a></p>
<p><a href="http://tudoperto.com.br/wp-content/uploads/2010/04/caburai-Chui1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1289" title="caburai-Chui1" src="http://tudoperto.com.br/wp-content/uploads/2010/04/caburai-Chui1-300x89.jpg" alt="" width="300" height="89" /></a></p>
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		<item>
		<title>O nível de consciência e o meio ambiente</title>
		<link>http://tudoperto.com.br/2009/08/17/o-nivel-de-consciencia-e-o-meio-ambiente/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 19:10:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veramilman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente em Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Poluição]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiba como alguns clientes/anunciantes da Revista TUDO PERTO e do SITE praticam alguma ação ecológica em prol do meio ambiente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em><img class="alignleft size-full wp-image-728" title="meioambiente1" src="http://tudoperto.com.br/wp-content/uploads/2009/08/meioambiente1.jpg" alt="meioambiente1" width="345" height="460" />Por Vera Milman</em></strong><br />
<em>Editora da Revista Tudo Perto<br />
</em><a href="mailto:veramilman@hotmail.com"><em>veramilman@hotmail.com</em></a></p>
<p>Fiz uma pesquisa entre os meus clientes/anunciantes da Revista TUDO PERTO e do SITE sobre se eles praticavam alguma ação ecológica em prol do meio-ambiente. Formulei uma questão simples e informal e enviei. O retorno foi razoável. Todos que responderam, de alguma forma, se mostraram preocupados com esta questão, e a maioria respondeu que procurava economizar na luz e na água, em casa e no local de trabalho, e outros, como a <em><strong>Quiropraxista Cledi Franco</strong></em> faz mais que isso. Ela recolhe pilhas e baterias em seu consultório, faz reciclagem do lixo e leva orientação aos seus pacientes sobre a importância dessas ações.</p>
<p>A gráfica <a href="http://www.comunicacaoimpressa.com.br" target="_blank"><em><strong>Comunicação Imprensa</strong></em></a>, do meu amigo Mazzarollo, fez a substituição de produtos poluentes por óleo e resíduos vegetais, além da reciclagem total das sobras de papel, feita com padrões europeus de preservação ambiental. Segundo ele, esta é uma prática que está se expandindo nesse ramo de negócio.</p>
<p>Um outro cliente, que deu uma resposta muito objetiva foi a <a href="http://www.restaurajeans.com" target="_blank"><em><strong>RESTAURA JEANS</strong></em></a>, através dos franqueados Milton e Solange (Venâncio Aires, 472 &#8211; Coronel Bordini, 497 &#8211; Wenceslau Escobar, 970). Não é de agora que a empresa, com sede em Laguna/SC, pratica ações para evitar a poluição do meio-ambiente. A ideia das sacolas biodegradáveis lançadas por eles é mais uma boa iniciativa como poderão perceber no texto abaixo.</p>
<p>Transcrevo o material enviado pela Restaura Jeans que, acredito, deve ser copiado por outros empresários, fora isso, mostra que o pioneirismo é sempre um fator &#8220;chave&#8221; na busca de soluções.</p>
<p><em><strong><img class="alignright size-medium wp-image-739" title="sacolarestaura" src="http://tudoperto.com.br/wp-content/uploads/2009/08/sacolarestaura-229x300.jpg" alt="sacolarestaura" width="229" height="300" />Sacolas biodegradáveis: uma contribuição da Restaura Jeans para o meio-ambiente</strong></em></p>
<p><em>Já faz tempo que a preocupação com o meio ambiente deixou de se limitar à separação e reciclagem do lixo. A iniciativa de reduzir &#8211; e até banir &#8211; o uso de sacolas plásticas nas compras já se espalhou entre muitas pessoas, que passaram a usar sacolas de tecido reaproveitáveis, como faziam nossas mães e avós. Mas, e naquelas situações em que se está desprevenido e é preciso fazer alguma compra ou buscar uma roupa na lavanderia?</em></p>
<p><em>Para esses casos, a melhor alternativa é o uso de sacolas oxibiodegradáveis. Na prática, essas sacolas se assemelham às sacolas plásticas convencionais. Mas, enquanto estas podem levar mais de cem anos para se decompor na natureza, as oxibiodegradáveis contêm uma substância chamada D2W, que facilita sua degradação em no máximo um ano e meio.</em></p>
<p><em>Em algumas cidades e Estados, seu uso por estabelecimentos comerciais e de serviços vem se tornando obrigatório por lei. Em Porto Alegre, no ramo de lavanderia e customização de roupas, a Restaura Jeans é pioneira. &#8220;Nossa preocupação com o meio ambiente começa com a recuperação e a reciclagem de roupas, passando pelo tratamento da água utilizada na lavagem e pelos processos de tingimento realizados quase a seco. Agora, somos pioneiros na cidade no uso de plástico oxibiodegradável para embalar e encapar as peças a serem devolvidas aos consumidores&#8221;, conta Milton Seixas, sócio da esposa Solange em três lojas franqueadas da Restaura Jeans em Porto Alegre &#8211; localizadas nos bairros Bom Fim, Moinhos de Vento e Cristal.</em></p>
<p><em>Disponíveis em dois tamanhos e também no formato capa, as sacolas são personalizadas, contendo um selo verde e as frases &#8220;Preserve o meio ambiente &#8211; Renove essa ideia&#8221;.<br />
Sacolas retornáveis: mais uma contribuiçãoRecentemente, a Restaura Jeans também passou a oferecer aos seus clientes a sacola retornável. Ela é produzida em algodão cru, um tecido que não passa por processos como alvejamento, acabamento ou tingimento. Sendo assim, requer poucos recursos hídricos, químicos e energia em sua produção. Com este lançamento, a Restaura Jeans pretende diminuir o uso das sacolas feitas de plástico, que demoram anos para se decompor.</em></p>
<p><em>A empresa, que já trabalha com a reciclagem e reaproveitamento de roupas, quer agora expandir seu foco de atuação criando hábitos de consumo menos agressivos. &#8220;Essa foi a maneira que encontramos para conscientizar e dar mais voz ao consumidor final na questão da responsabilidade ambiental com a qual todos devemos contribuir&#8221;, finaliza o franqueado.</em></p>
<p>A pesquisa foi aplicada para saber se a proteção da natureza é um assunto que está na mente das pessoas; saber qual o nível de consciência dos empresários, profissionais liberais que anunciam na revista; saber até que ponto estamos articulados para enfrentar as mazelas com que nos deparamos diariamente, decorrente da falta de zelo, me refiro, principalmente, ao lixo nas ruas, o descaso com a limpeza urbana nas nossas cidades, a separação do lixo, o uso das sacolas plásticas, etc. A pesquisa gerou uma pequena amostra do pensamento desta geração de profissionais que, no meu ponto de vista, foi muito positiva. Dá para dizer que, atualmente, uma parte da população tem sim preocupação com estas questões e tenta fazer a sua parte.<br />
Esperamos que as gerações seguintes estejam com um grau de comprometimento ainda maior, pois, sem dúvida, isso é que poderá fazer a diferença em benefício do nosso Planeta.</p>
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		<title>Desperdício NÃO – O meio ambiente agradece</title>
		<link>http://tudoperto.com.br/2009/07/11/desperdicio-nao-%e2%80%93-o-meio-ambiente-agradece/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 18:55:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veramilman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente em Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
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		<category><![CDATA[gasto de água]]></category>
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		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
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		<description><![CDATA[  Você troca de prato nas refeições de sua casa? Vamos parar com a hipocrisia de fazer na rua coisas que não fazemos em casa. 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_636" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-thumbnail wp-image-636" title="pratos" src="http://tudoperto.com.br/wp-content/uploads/2009/07/pratos-150x150.jpg" alt="Você troca de prato nas refeições de sua casa?" width="150" height="150" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Você troca de prato nas refeições de sua casa?</dd>
</dl>
<p>Fomos almoçar num restaurante próximo a nossa residência e encontramos uma fila a espera de pratos, quando algo nos chamou a atenção. O restaurante é de porte médio, com boa movimentação. Algumas pessoas já estavam reclamando da falta de pratos para servir-se, quando o garçom disponibilizou várias pilhas sobre o balcão.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="mso-tab-count: 1;">                </span>Ocorre que acabamos sentando próximo ao bifê e observamos novamente as pessoas reclamando da falta de pratos. O mais pitoresco foi que algumas das pessoas já haviam se servido uma primeira vez e retornavam para novo ataque às guloseimas disponibilizadas sem os seus respectivos pratos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="mso-tab-count: 1;">                </span>Num momento em que vemos enorme preocupação com o meio ambiente, campanhas múltiplas acontecendo, escolas dirigindo seus projetos com esta finalidade, observamos pessoas exigindo a troca de pratos a cada vez que vai se servir. Ora, se para que cada um dos, talvez trezentos clientes, houver o uso de dois pratos para o seu atendimento, serão seiscentos pratos a serem lavados e secos. Olhem que alguns usam mais do que dois!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="mso-tab-count: 1;">                </span>Somemos a isto, gasto de água – tesouro precioso em extinção &#8211; de detergente, de mão de obra e de manutenção. Alguns pratos correm o risco de serem quebrados, concordam?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="mso-tab-count: 1;">                </span>Você troca de prato nas refeições de sua casa? Vamos parar com a hipocrisia de fazer na rua coisas que não fazemos em casa. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="mso-tab-count: 1;">                </span>É certo que alguém, provavelmente uma “especialista” em boas maneiras, tenha realizado esta “invenção” desproposital. Ou alguém que possua “vestígios” da Idade Média&#8230; Os tempos são outros! A vida requer mais praticidade. Mesmo contando com empregados eles não são serviçais! Há de se pensar em economia em todas as instâncias! E não alegue que o primeiro prato “ficou sujo”, pois vai dar a entender que você comeu sujeira. É isto que aconteceu?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="mso-tab-count: 1;">                </span>Sejamos modernos, humanos, conscientes da nossa responsabilidade com a natureza, com o meio ambiente, com nossos semelhantes e, principalmente com nós próprios. Afinal, comer em vários pratos estimula a gula e auxilia na obesidade! Pense nisto&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><em>Theophilo Paim Netto– Morador do Bairro Bom Fim- Porto Alegre - <span style="color: #c00000;"><a href="mhtml:{22DC7E67-6708-46F0-80DB-83747C82D5AA}mid://00000021/!x-usc:mailto:paim@portoweb.com.br">paim@portoweb.com.br</a></span></em></strong></span></p>
</div>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Xixi no Banho &#8211; campanha contra o desperdício de água</title>
		<link>http://tudoperto.com.br/2009/05/18/xixi-no-banho-campanha-contra-o-desperdicio-de-agua/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2009 18:15:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veramilman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente em Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Ecológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[desperdício]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[xixi no banho]]></category>

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		<description><![CDATA[Pelas contas da SOS Mata Atlântica, dá para economizar em média 12 litros de água diários (o equivalente a uma descarga) ao adotar essa prática. 

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-463" title="chuveiro" src="http://tudoperto.com.br/wp-content/uploads/2009/05/chuveiro-245x300.jpg" alt="chuveiro" width="245" height="300" />Uma ONG ambientalista brasileira está lançando uma campanha no mínimo inusitada. Para reduzir o desperdício de água, eles encorajam as pessoas a fazerem xixi durante o banho.</p>
<p>Pelas contas da SOS Mata Atlântica, dá para economizar em média 12 litros de água diários (o equivalente a uma descarga) ao adotar essa prática.</p>
<p>Claro, se levarmos em conta que o banho demore um minuto a mais, com um tempo extra para o xixi, e o chuveiro ficar ligado nesse período, lá se vão cerca de 9 litros de água a mais pelo ralo. Resultado final: economia de 3 litros.</p>
<p>Isso, entretanto, nem é tão importante. &#8220;O que a gente quer é provocar, é mexer com a consciência das pessoas&#8221;, afirma Malu Ribeiro, coordenadora da rede das águas da SOS Mata Atlântica.</p>
<p>A campanha tem um site, <a href="http://www.xixinobanho.org.br" target="_self">www.xixinobanho.org.br</a>, em que podem ser encontrados muitos dados a respeito do desperdício de água. E, segundo Ribeiro, a resposta das pessoas tem se dado principalmente via Internet, levando em conta o lado humorístico da campanha. &#8220;Essa reação inicial das pessoas, &#8216;mas isso não é nojento?&#8217;, está sendo muito bacana&#8221;, diz.</p>
<p>O lado publicitário da campanha foi planejado pela agência F/Nazca e tem como &#8220;garoto-propaganda&#8221; um sapo. &#8220;Usamos o sapo porque ele é um bicho que só consegue viver onde tem água limpa. Se a água está contaminada, ele morre&#8221;, afirma Ribeiro.</p>
<p>A escolha mostra também a preocupação da ONG em não causar um problema de saúde pública. &#8220;A gente fez todas as perguntas possíveis aos especialistas, para ter a certeza de que não estaríamos expondo as pessoas a nenhum risco.&#8221;</p>
<p><strong>Questões de saúde</strong></p>
<p>Claro, em circunstâncias ideais, o melhor seria não ter de fazer xixi no banho para economizar água. O biomédico Roberto Figueiredo, mais conhecido como Dr. Bactéria, prefere separar as duas coisas.</p>
<p>&#8220;No meu entendimento, cada local tem a sua função. O chuveiro é um local para tomar banho, e a privada é um local que possui a sua função específica&#8221;, diz Figueiredo. &#8220;Não devemos misturar as coisas, pois o ato de urinar no piso do chuveiro pode acarretar, tendo em vista a possibilidade de um não-enxague adequado, em um crescimento de microrganismos, alguns que poderiam levar a possíveis aparecimentos de doenças de pele &#8211; principalmente porque, no momento do banho, a pele pode estar mais fragilizada.&#8221;</p>
<p>A temperatura do banho também influencia nisso. Com água mais quente, como a maioria das pessoas costuma tomar seu banho, a pele fica mais exposta.</p>
<p>&#8220;Como eu disse, queremos chamar a atenção para o problema, que ocorre porque usamos água tratada para dar descarga&#8221;, diz Ribeiro. &#8220;Claro que o ideal seria que houvesse um sistema nas casas em que a água usada no banho fosse redirecionada para dar a descarga. Mas como convencer as pessoas a fazerem uma reforma em sua casa e quebrarem os encanamentos para fazer algo assim? Estamos usando essa ideia bem-humorada para mostrar a situação.&#8221;</p>
<p>De todo modo, apesar dos problemas apontados por Figueiredo, os riscos são mínimos. E, para levá-lo a zero, a SOS Mata Atlântica faz recomendações adicionais. &#8220;É importante que o xixi aconteça no começo do banho, pois aí toda a água do banho fará o enxague adequado do piso e impedirá qualquer problema&#8221;, afirma Ribeiro.</p>
<p>&#8220;Outra coisa importante é que não estamos recomendando isso para banheiros públicos. Estamos falando das pessoas fazerem isso em sua própria casa, no seu próprio banheiro. É impossível uma pessoa ser contaminada pela sua própria urina&#8221;, destaca a ambientalista.</p>
<p>A campanha deve culminar com um evento, entre os dias 22 e 24 de maio, na marquise do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, sobre esse e outros temas relacionados à proteção ambiental.</p>
<p><strong>Walkyria Alves<br />
</strong>(21)2265 9638<br />
(21)9218 5466</p>
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