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	<title>Tudo Perto - Revista de Bairro &#187; Vivendo Melhor</title>
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	<description>Sua revista de bairro em Porto Alegre</description>
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		<title>Micoses nos pés</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 15:57:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Micoses]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Os primeiros sinais de uma micose, costumam ser quase imperceptíveis. Na maioria dos casos, a primeira indicação de que algo não está bem com a pele, provém de bolhas, fissuras,  scamas, manchas ou prurido. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>( frieira, pé de atleta, escamosa ou placa marginada )</p>
<p style="text-align: center;"><img class="wp-image-2996 aligncenter" title="doencas de pele" src="http://tudoperto.com.br/wp-content/uploads/2012/05/doencas-de-pele.jpg" alt="" width="464" height="122" /></p>
<p>Os primeiros sinais de uma micose, costumam ser quase imperceptíveis. Na maioria dos casos, a primeira indicação de que algo não está bem com a pele, provém de bolhas, fissuras,  scamas, manchas ou prurido.<br />
As micoses ocorrem mais frequentemente nos pés, onde os fungos encontram um meio ideal de crescimento, úmido e quente.<br />
Os espaços interdigitais, especialmente nos pés, oferecem condições muito favoráveis para o desenvolvimento dos fungos, devido a maceração da epiderme, nas pregas fechadas.<br />
Para que ocorra a doença, o fungo precisa, em primeiro lugar, penetrar na pele. Isso se torna, particularmente fácil quando:<br />
Há lesão cutânea, roupas e sapatos impermeáveis, doenças metabólicas como, por exemplo, o diabetes mellitus e obesidade.</p>
<p><strong>Tipo de micoses nos pés:</strong></p>
<p>Interdigitais: pé-de-atleta ou frieira: Atinge os pés entre os dedos, provocando coceira e escamação, fissura exsudativano fundo da prega e placa esbranquiçadas, pode vir acompanhada por infecção bacteriana. O prurido, a sensação de queimadura e de picadas que são de regra, exacerbam-se com o calor e no contato com a água.</p>
<p><em><strong>Escamosa</strong></em>: Atinge a região da planta e da lateral dos pés. Causa descamação, coceira e mau cheiro.</p>
<p>Vesiculosa: Começa com bolhas que provocam coceira e vermelhidão, resultando em ressecamento e descamação da pele.</p>
<p>Placa marginada: Tipo mais raro de micose, provoca lesões avermelhadas e elevadas com bordas acentuadas.<br />
<strong>Cuidados</strong>:</p>
<ul>
<li>Seque bem os pés após o banho e prefira meias de algodão, trocando-as diariamente, evite os sapatos fechados e andar descalço em pisos úmidos ou públicos;</li>
<li> Evite deixar os pés molhados com agua de piscinas e saunas; enxugue bem os dedos;</li>
<li>use talco para os pés;</li>
<li>o que ajuda a manter a região seca. Evite meias de material sintético, prefira as de algodão pois absorve melhor a umidade.</li>
</ul>
<p>Quando não tratados os espaços interdigitais, eles evoluem de maneira crônica, podendo ir para às plantas dos pés ou as palmas das mãos.<br />
Melhor atitude a tomar é realizar um exame micológico em um laboratório especializado e de confiança,em que a coleta do material é realizada por profissional especializado onde é exigido do profissional de análises clínicas um domínio de técnicas de rotinas para o diagnóstico da doença e do tipo de fungo.Com orientação e um bom exame micológico podemos diagnosticar corretamente se estamos ou não diante de um caso de micose.<br />
O agente responsável só poderá evidentemente ser identificado pelo exame micológico que se torna indispensável para o diagnóstico.<br />
Lembrando que auto-medicação geralmente com produtos inadequados dificulta o tratamento.</p>
<p><em><strong>Dra. Patrícia Ulguim Chagas</strong></em> – Micologista CRF I-0-7877 / CRB 17737-03<br />
Bióloga- Micologista / Farmacêutica generalista e Administradora Hospitalar<br />
Laboratório BIOS LAB Especializado em Micologia<br />
Pça. Dom Feliciano n° 78 conj 1106/1107 – centro histórico<br />
Fones: (51) 3029.0005 / (51) 3228.2288</p>
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		<title>Uma boa dica para as mulheres que querem se livrar da celulite</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2012 15:21:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Estética]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Anticelulite]]></category>
		<category><![CDATA[Bermuda]]></category>
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		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>
		<category><![CDATA[vivendo melhor]]></category>

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		<description><![CDATA[A bermuda usada sozinha, por baixo da roupa no trabalho ou em casa, é capaz de melhorar a aparência da pele em até 50%, segundo a dermatologista Daniele Landim. Contudo o resultado pode ser potencializado se associado a tratamentos estéticos e atividades físicas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem mulher que não acredita na eficácia e outras que torcem o nariz porque acham a bermuda anticelulite desconfortável. Mas, hoje, elas deveriam repensar o pré-julgamento, pois o produto é feitos com tecido especial e colocado à prova por especialistas. Com isso, o resultado é que as bermudas anticelulites podem ajudar a combater o problema que tanto incomoda as mulheres.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A bermuda usada sozinha, por baixo da roupa no trabalho ou em casa, é capaz de melhorar a aparência da pele em até 50%, segundo a dermatologista Daniele Landim. Contudo o resultado pode ser potencializado se associado a tratamentos estéticos e atividades físicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2864" title="bermuda-anticelulite-invel-portoalegre-vivendo-melhor" src="http://tudoperto.com.br/wp-content/uploads/2012/03/bermuda-anticelulite-invel-portoalegre-vivendo-melhor.jpg" alt="" width="470" height="527" /></p>
<p><strong>Qual o segredo?</strong></p>
<p>Com a promessa de estimular o metabolismo celular, as bermudas anticelulites são feitas com tecnologia de ponta, mas devem ser usadas de seis a oito horas por dia, durante dois meses para que os primeiros resultados sejam vistos. A melhora na circulação acontece por meio do calor produzido pela bermuda. “O processo fotoquímico de estimulação faz com que a área fique quente, na temperatura de uma compressa, mas nada que atrapalhe o dia a dia”, afirma a Dra. Daniela Landim, dermatologista membro da Sociedade Brasileira de Laser.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vendidas sem prescrição médica, as bermudas podem ser adquiridas em lojas especializadas. No Brasil, a Invel comercializa a Actiive Shorts, com tecido composto por uma mistura controlada de minerais &#8211; alumina, sílica e magnésia &#8211; e substâncias cerâmicas. Ao entrar em contato com o calor do corpo, as substâncias irradiam luz infravermelha que produz efeito fotoquímico capaz de estimular a dilatação dos vasos e a circulação sanguínea. Em teste realizado pela empresa, a bermuda diminuiu um grau da celulite até mesmo em pacientes com grau três, considerado o mais grave. O produto tem registro n<em>a Agência Nacional de Vigilância Sanitária</em> (ANVISA).</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2863" title="camiseta-invel-portoalegre-vivendomelhor" src="http://tudoperto.com.br/wp-content/uploads/2012/03/camiseta-invel-portoalegre-vivendomelhor.jpg" alt="" width="403" height="500" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Rhodia também investiu em materiais tecnológicos para as mulheres darem adeus às celulites. A empresa é criadora do tecido Emana, que é empregado na confecção de roupas que auxilia no combate aos sinais da celulite. A composição incorpora cristais minerais bioativos, que atuam na melhoria da microcirculação sanguínea e do metabolismo celular. Asics, Hope, Lupo, Scala, Trifil e Valisère são algumas marcas que utilizam o Emana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aqui no Rio Grande do Sul temos lojas que vendem a Bermuda Anticelulite , uma delas fica no Bairro Bom Fim , na Felipe Camarão , 681 – Fone: 3026.5225 &#8211; Acesse o site e obtenha maiores informações:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a title="Vivendo Melhor- Produtos Invél em Porto Alegre" href="http://www.vivendomelhor.com" target="_blank">www.vivendomelhor.com</a></p>
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		<title>Cisto Sinovial</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 15:18:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cisto]]></category>
		<category><![CDATA[Diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[Tumoração]]></category>

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		<description><![CDATA[É a tumoração mais frequente no punho e na mão. As localizações mais comuns são: dorso da mão, punho ou dedos. Alguns causam dor, outros não. Podem aumentar ou diminuir de volume espontaneamente. São incomuns em crianças e não há predisposição social ou ocupacional. A causa ainda é incerta. A dor que alguns causam, às vezes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É a tumoração mais frequente no punho e na mão. As localizações mais comuns são: dorso da mão, punho ou dedos.</p>
<p>Alguns causam dor, outros não. Podem aumentar ou diminuir de volume espontaneamente. São incomuns em crianças e não há predisposição social ou ocupacional. A causa ainda é incerta. A dor que alguns causam, às vezes, é por compressão de estruturas nervosas. O diagnóstico é feito a simples inspeção e palpação.</p>
<p>A ecografia é um meio auxiliar de diagnóstico, mostrando toda sua extensão. A indicação de cirurgia é por dor, fraqueza, compressão nervosa ou deformidade estética. Há métodos não cirúrgicos: ruptura manual, aspiração e infiltração com corticóide ou agentes esclerosantes.</p>
<p>A vantagem é que estes métodos são minimamente invasivos, sem provocar desconforto. O tratamento cirúrgico conta atualmente com o método tradicional aberto e o artroscóspico. Hoje em dia, fazemos intervenções pouco agressivas com pequena incisão, e a volta às atividades do dia-a-dia e ao trabalho são mais precoces.</p>
<p><strong>Dr. Victor Dubin Wainberg – Cirurgias Ortopédicas – CREMERS 27935 – fone: 51 3013.5274</strong></p>
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		<title>Transtorno de Défice de Atenção</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 17:10:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Transtorno de Défice de Atenção (TDA) pode afetar as pessoas tanto na infância quanto na idade adulta. Na infância, nem sempre o transtorno de atenção está associado à hiperatividade (TDAH)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Transtorno de Défice de Atenção (TDA) pode afetar as pessoas tanto na infância quanto na idade adulta. Na infância, nem sempre o transtorno de atenção está associado à hiperatividade (TDAH). Crianças que tem apenas déficit de atenção sem apresentar hiperatividade são quietinhas e não chamam tanta atenção quanto as hiperativas, portanto o transtorno pode passar despercebido por pais e professores. Esse transtorno pode persistir na adolescência e na idade adulta. Na infância esse transtorno causa dificuldades de aprendizado, que pode levar ao mau desempenho escolar, afetando auto-estima da criança ou adolescente com sérias consequências para seu desenvolvimento, que repercutem pelo resto da vida do paciente, diminuindo em grande medida suas chances de sucesso na vida. No adulto o transtorno pode levar a um desempenho abaixo das capacidades reais da pessoa, devido à dificuldade de se organizar, de se programar no tempo, de dar continuidade ou concluir as tarefas e projetos de vida, a adiamentos e recomeços constantes, que levam a uma sensação crônica de frustração e incapacidade, podendo redundar com o passar do tempo em um estado depressivo crônico, com abalo da autoconfiança e desmotivação para tocar em frente seus planos de vida. O diagnóstico preciso deve ser feito o mais precocemente possível para que o tratamento psiquiátrico adequado possa ser instituido em tempo hábil, de modo a evitar todas as possívieis consequências e prevenir o agravamento do trasntorno. O que muitas vezes dificulta ou até impede a busca de ajuda pelo paciente é preconceito e a incompreenção geral em relação às doenças que afetam o funcionamento mental. No entanto, o tratamento psiquiátrico é fundamental para ajudar o portador a levar uma vida normal, com melhor rendimento e satisfação em todas as áreas de atuação, especialmente no desempenho escolar e profissional. Se você desconfia que possa ser portador desse transtorno não hesite em procurar ajuda imediata para fazer uma avaliação e iniciar um tratamento que é capaz de, literalmente, transformar o curso de sua vida.</p>
<p>Dr. Rubens Mário Mazzini Rodrigues, Médico Psiquiatra CRM 9760, Fone: 3222.8000 ou 8127.4595 &#8211; <a href="http://www.yatros.com.br" target="_blank">http://www.yatros.com.br</a></p>
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		<title>QUIROPRAXIA, Cura na palma das mãos</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 18:04:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estresse, postura incorreta, movimentos errados, falta de atividade física são alguns dos fatores que podem dar origem a dor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estresse, postura incorreta, movimentos errados, falta de atividade física são alguns dos fatores que podem dar origem a dor. Incômoda e desagradável, em estágio avançado pode inclusive prejudicar a rotina do paciente, mas nem sempre ela aponta o local exato do problema. Uma das alternativas para tratamento é a Quiropraxia. Técnica que possibilita diagnóstico com a busca do equilíbrio de todas as estruturas do corpo e tem como diferencial a agilidade nos resultados. O tratamento com anti-inflamatórios e corticóides já não faz mais efeito, ou assim que você para de tomar tais medicamentos as suas dores retornam? Isso é sinal de que alguma estrutura em seu corpo está com problema e assim que ele for corrigido e a função normal retornar, você ficará livre dos desconfortos e sem necessidade de remédios. Cada vez mais pessoas procuram a Quiropraxia para a o tratamento de dores ocasionadas por fatores diversos e logo no primeiro atendimento percebem o quanto podem beneficiar-se com esta técnica. A Quiropraxia vê o corpo como um todo, necessitando do equilíbrio de todas as estruturas como vértebras, ossos, músculos, ligamentos, tendões, vísceras e emocional para que a saúde retorne ao paciente.</p>
<p><strong>Henrique Cervi, Quiropraxista ABQ 0304 – fones: (51) 3222.5723 – 8548.1007</strong></p>
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		<title>OSTEOPATIA</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 17:02:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É uma técnica da fisioterapia que consiste na manipulação do sistema músculo-esquelético (ossos, músculos, articulações) para ajudar no tratamento de doenças. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É uma técnica da fisioterapia que consiste na manipulação do sistema músculo-esquelético (ossos, músculos, articulações) para ajudar no tratamento de doenças. Um dos seus princípios básicos concentra-se no fato de que boa parte da dor e disfunção que sofremos tem origem em alterações na estrutura e função do nosso organismo. Através de uma vasta gama de técnicas de manipulações manuais a Osteopatia age sobre a estrutura do corpo, particularmente músculos, ligamentos, nervos, articulações e órgãos. A Osteopatia usa técnicas manuais para diagnosticar e tratar uma grande variedade de problemas de saúde, principalmente nas articulações. Os maiores problemas incidem na coluna vertebral onde o osteopata tem papel muito importante uma vez que é o único especialista que consegue através das mãos e sem cirurgia recolocar as vértebras na sua posição anatômica e devolver os movimentos normais, reduzindo a dor imediatamente. Indicações: dor nas articulações coluna, ombro, joelho, cotovelo, tornozelo, punho, etc&#8230;</p>
<p><strong>Fisioterapeuta Adriano de Lima Crefito-125.392f, (51) 3332.5668 / 9277.8690</strong></p>
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		<title>PITIRÍASE VERSICOLOR, conhecida como pano branco são manchas esbranquiçadas na pele.</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 12:35:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Lesão]]></category>
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		<description><![CDATA[Apesar de ser conhecido como fungo de praia, ele não pode ser adquirido na praia. A incidência de Pitiríase versicolor na população é bastante grande. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de ser conhecido como fungo de praia, ele não pode ser adquirido na praia. A incidência de Pitiríase versicolor na população é bastante grande. A Pitiríase é uma micose que se não tratada corretamente,ela pode se alastrar pelo corpo. A doença não está relacionada com hábitos de higiene e o fungo é mais freqüente em pessoas de pele oleosa sendo que a pele pode descamar levemente e perder a pigmentação. Os locais mais comuns para infecção ocorrer são: abdomem, pescoço, couro cabeludo, tronco e membros superiores. Após o tratamento, em muitos casos ocorre novamente a doença. Sob condições de calor, umidade, imunossupressão, má nutrição e mesmo predisposição individual, com maior prevalência a partir da adolescência, por conta da maior atividade hormonal e, conseqüentemente, maior oleosidade. O diagnóstico é realizado em LABORATÓRIO DE MICOLOGIA, através do exame micológico da lesão, o que possibilita a visualização do agente causador da doença. Como saúde e automedicação não combinam, devemos buscar a avaliação clínica com o dermatologista que é o responsável pelo encaminhamento do paciente ao profissional micologista para a realização do exame micológico, sendo este sem dúvida, o melhor caminho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dra. Patrícia Ulguim Chagas – MICOLOGISTA &#8211; Laboratório BIOS LAB &#8211; Fones: 3029.0005/ 3228.2288</strong></p>
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		<title>Perguntas e Respostas sobre transtorno Bipolar do Humor</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 08:19:36 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Rubens Mário Mazzini Rodrigues responde as principais perguntas sobre transtorno bipolar de humor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>POR QUE O TBH É CONSIDERADO UM MAL DA ATUALIDADE?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na verdade, não há uma incidência maior do transtorno na atualidade do que provavelmente sempre houve. O que acontece é que na última década foram feitos estudos mais aprofundados sobre a natureza e epidemiologia desse tipo de transtorno. O estudo da doença maníaco-depressiva sempre foi bastante difícil devido a problemas metodológicos e, especialmente, diagnósticos e até terapêuticos, o que levava a uma subestimação da incidência e prevalência desse tipo de transtorno na população geral. Os critérios diagnósticos estão mais bem estabelecidos e definidos na atualidade, existindo instrumentos de avaliação mais confiáveis que podem ser aplicados em estudos epidemiológicos. No passado a maioria dos estudos eram feitos em pacientes internados, que representam apenas os casos mais graves do transtorno, ou seja, o que aparecia era apenas a ponta do iceberg. Também os recursos terapêuticos eram mais limitados no passado. O tratamento dos casos graves de TBH, então chamados de Psicose Maníaco-Depressiva, não diferia do tratamento da esquizofrenia. Inclusive os medicamentos disponíveis para o tratamento de ambos os transtornos eram os mesmos, de modo que o diagnóstico diferencial não era tão importante como atualmente, pois agora o tratamento para cada tipo de transtorno é diferenciado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUAL A ORIGEM DESTA DOENÇA? É HEREDITÁRIA?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sim, a origem é basicamente de ordem constitucional, ou seja, a pessoa já nasce com uma constituição predisposta a desenvolver o transtorno. Desde o século XIX os psiquiatras observam que esse tipo de transtorno é mais comum em algumas famílias do que outras. Enquanto o risco do aparecimento da doença na população geral é de apenas 1% o risco para pessoas que possuem parentes de 1º grau portadores da doença pode ser até sete vezes maior. Estudos com gêmeos demonstram que há uma coincidência de 70 a 80% entre gêmeos homozigóticos. No entanto, o fator genético não é suficiente para a manifestação da doença. Atualmente, as descobertas de epigenética nos ensinam que os gens precisam ser ativados para se manifestarem, o fato de essa coincidência não ser igual a 100% entre gêmeos demonstra que há outros fatores envolvidos na gênese da doença, em especial no seu desencadeamento. Esses são os fatores ambientais, em especial o nível de estresse a que o indivíduo é submetido ao longo da vida e o uso de drogas psicotrópicas, inclusive álcool, que também podem funcionar como fator precipitante e agravante em indivíduos predispostos.</p>
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<p><strong>ANTIGAMENTE, O TBH TINHA OUTRO NOME?</strong></p>
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<p>Sim, o transtorno teve várias denominações ao longo dos tempos. À medida que a compreensão do fenômeno foi evoluindo a nomenclatura foi sendo alterada para acompanhar esses avanços. Antigamente era conhecido como Psicose Maníaco-Depressiva, pois se acreditava que se tratava sempre de um transtorno psicótico.</p>
<p>Depois que se detectou que nem sempre estão presentes sintomas psicóticos,passou a ser chamada de Doença Maníaco Depressiva. A partir do momento em que ficou claro que se tratava de um transtorno afetivo, o qual podia se  presentarde duas formas &#8211; depressão e mania &#8211; passou a ser denominado Transtorno Afetivo Bipolar. Mais recentemente, ficou claramente determinado que se trata, na verdade, de um transtorno do humor, portanto, Transtorno Bipolar do Humor.</p>
<p>Mais recentemente, ainda, há a tendência é referir de modo mais genérico aos Transtornos do Espectro Bipolar, uma vez que existem vários tipos e subtipos da doença, que tem uma apresentação multifacetada, daí a importância de um diagnóstico diferencial bem feito, que é importante para fins de tratamento.</p>
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<p><strong>QUEM ESTÁ MAIS PROPENSO À DOENÇA: HOMENS OU MULHERES?</strong></p>
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<p>Por razões ainda não bem compreendidas, o transtorno é mais comum nas mulheres. Várias explicações têm sido aventadas para dar conta dessa diferença de incidência, inclusive os fatores endócrinos. Em função de as mulheres terem um ciclo hormonal, que já causa variações de humor em seus diferentes momentos, provavelmente isso as tornam mais vulneráveis a esse tipo de transtorno. Também têm sido propostas hipóteses neurológicas &#8211; diferenças no funcionamento neurofisiológico entre o cérebro masculino e feminino, hipóteses genéticas &#8211; ligadas ao cromossomo X &#8211; e, inclusive, a influência de fatores psicológicos, socioculturais e eventos vitais.</p>
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<p><strong>O QUE CARACTERIZA A DOENÇA?</strong></p>
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<p>O que mais caracteriza o transtorno é uma variação significativa do estado de humor, que tende a variar de modo incomum, muitas vezes rápida e subitamente, entre estados de baixa energia (depressão, desânimo, demotivação, fobias, insegurança) e de alta energia (euforia, irritabilidade, ataques de cólera). Existe uma ampla gama de sintomas que variam de acordo com a fase em que a doença se encontra e de acordo com os tipos e subtipos existentes. Nos estados depressivos a pessoa sente uma diminuição de energia, manifestada em sintomas como desânimo, falta de motivação, podendo chegar à falta de disposição até mesmo para atividades de lazer devido à dificuldade de sentir prazer. Nessa fase o paciente sente que a vida parece ter perdido a graça, há diminuição ou ausência da capacidade de sentir prazer e alegria (anedonia), o que em geral se acompanha de sentimentos de tristeza, desvalia (falta de valor), vontade de chorar por qualquer motivo, podendo chegar até a ter vontade de morrer ou mesmo pensamentos e gestos suicidas, que podem alcaçar o êxito letal em cerca de 15% dos casos. Nos estados eufóricos (mania) há uma sensação de aumento   de energia, a pessoa se sente mais capaz, tem muita disposição, se torna mais falante, animada, ri por qualquer motivo, pode se tornar muito engraçada até contaminando os demais com seu bom humor. Por outro lado, o humor é instável, e a pessoa se torna irritável, podendo facilmente se irritar com alguém e tornar-se hostil, especialmente quando é contrariada em algo, ou quando alguém, em geral um familiar, tenta mostrar que seu comportamento está “demais”. O paciente pode entrar em atividade frenética dormindo muito pouco, duas horas por noite ou até mesmo passar noites sem dormir, podendo chegar a um estado de exaustão. Em casos mais graves pode haver prejuízo do juízo de realidade e o paciente pode ter idéias supervalorizadas de grandeza, riqueza ou poder fazendo, por exemplo, despesas excessivas além de seu real poder aquisitivo.</p>
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<p><strong>A DOENÇA TEM GRAUS VARIADOS DE GRAVIDADE. COMO IDENTIFICAR?</strong></p>
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<p>Sim, existem os mais variados graus e formas de apresentação, dependendo do tipo ou subtipo do transtorno. Vai desde graus mais leves, quando então pode ser classificado como ciclotimia (humor cíclico), até os casos mais graves, que podem chegar ao nível psicótico, incluindo delírios e alucinações. Seja qual for o grau é importante uma avaliação e diagnóstico correto para que seja instituído o tratamento adequado de acordo com a necessidade de cada paciente. Mesmo o transtorno de grau leve pode causar considerável prejuízo para a vida normal, pois, em função das variações do humor, a pessoa pode ter dificuldade de levar adiante seus projetos de vida que podem ficar inacabados ou tendo que ser recomeçados diversas vezes, muitas vezes levando a pessoa a mudar de uma coisa para outra sem nunca completar totalmente o que começa. Por exemplo, é comum o abandono de cursos ou mudança de trabalho de modo a que o paciente não consegue desenvolver plenamente seus potenciais e capacidades. Não é raro que os portadores de TBH sejam pessoas muito inteligentes, que são muito produtivas na fase de mania ou hipomania, mas cujo rendimento cai muito na fase depressiva impedindo que as atividades sigam seu curso ou rumo normal.</p>
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<p><strong>O TRANSTORNO BIPOLAR DE HUMOR TEM CURA?</strong></p>
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<p>Se costuma dizer que não existe cura no sentido de uma remissão definitiva do transtorno a ponto de se poder garantir que o paciente nunca mais irá apresentar episódios ativos da doença. No entanto, atualmente existem tratamentos muito eficazes e capazes de manter a doença sob controle de modo que o paciente pode levar vida normal ou próxima da normalidade dependendo da gravidade de cada caso.</p>
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<p><strong>COMO ELA É TRATADA?</strong></p>
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<p>O tratamento é feito através de psicoterapia e medicamentos específicos, denominados estabilizadores do humor. Dependendo da fase ou dos sintomas apresentados pode ser necessário associar antidepressivos, tranqüilizantes,   indutores do sono (quando há insônia persistente) ou até mesmo antipsicóticos nos casos mais severos. A psicoterapia mais utilizada atualmente é a cognitivo- comportamental, que ajuda o paciente a compreender melhor o transtorno, a identificar os sintomas e as oscilações de humor, tomar consciência precocemente das alterações e saber como lidar adequadamente com essas características de modo a não ter sua auto-estima abalada e conseguir levar sua vida adiante de modo satisfatório. A aliança terapêutica entre médico e paciente é fundamental.</p>
<p>É preciso muita intimidade e confiança nessa relação, pois o médico é um aliado importante para ajudar o paciente a manter seu estado de equilíbrio. Ao longo do tratamento é necessário ir se fazendo ajustes constantes dos medicamentos e nas dosagens de acordo com o estado do paciente no momento. Nesse sentido é muito importante que o paciente tenha consciência de todas as características do seu transtorno em particular – pois cada caso é diferente &#8211; para saber comunicar ao médico tudo o que está se passando com ele a tempo de se fazerem as correções necessárias.</p>
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<p><strong>ATÉ QUE PONTO O TBH AFETA A SOCIABILIDADE DO PACIENTE?</strong></p>
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<p>Se a doença não estiver devidamente tratada e controlada a sociabilidade do paciente pode sofrer grande prejuízo tanto nas relações familiares quanto sociais e de trabalho. As demais pessoas nem sempre conseguem entender e compreender o que está acontecendo com o paciente, suas oscilações de humor e mudanças súbitas de comportamento podem deixar as demais pessoas surpresas, desnorteadas, confusas, a ponto de até mesmo se afastarem evitando contato com o paciente que fica muitas vezes rotulado como uma pessoa de “difícil relacionamento”, de “temperamento instável” ou “imprevisível” e até mesmo ”não confiável” (quando se trata das relações de trabalho). Esta instabilidade de humor, comportamento ou rendimento pode levar, inclusive, auma dificuldade de permanecer no emprego ou a uma perda de possibilidade de crescimento na profissão, perdendo, por exemplo, as chances de promoção ou indicação para cargos de maior responsabilidade.</p>
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<p><strong>QUANDO O PACIENTE DO TBH PRECISA SER HOSPITALIZADO?</strong></p>
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<p>Atualmente, com os recursos de tratamento existentes, quando o paciente adere ao tratamento regularmente e segue as recomendações médicas, é muito difícil que precise ser hospitalizado. Muitas vezes os estados de maior gravidade podem ser ocasionados pelo abandono do tratamento. Se o paciente não estiver suficientemente conscientizado de seu problema poderá julgar que já está suficientemente bem ou curado e achar que pode dispensar a ajuda médica e o uso dos medicamentos. A internação psiquiátrica só é necessária em casos mais graves em que está presente algum risco para o paciente ou para terceiros, como é o caso de risco grave de suicídio ou, em alguns casos, risco de agressão, quando o paciente fica muito agitado, irritado ou hostil.</p>
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<p><strong>A PERSONALIDADE, O TEMPERAMENTO ou A ÍNDOLE, DA PESSOA PORTADORA DO TBH, PODE POTENCIALIZAR A DOENÇA?</strong></p>
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<p>Não propriamente potencializar, mas dar as tintas. Dependendo do tipo de formação, vivências familiares, meio cultural a personalidade pode adquirir tonalidades diferentes que podem ajudar a moderar ou acentuar as características do TBH. A pessoa portadora de TBH é freqüentemente rotulada com alguém que tem “temperamento forte”, justamente devido a uma das características próprias do transtorno, que é a irritabilidade fácil. Uma outra característica que costuma ser comum nos portadores é um certo grau de perfeccionismo ou até mesmo obsessividade, que costuma, inclusive, ser anterior à eclosão do transtorno. Ou seja, a personalidade pré-mórbida do portador de TBH costuma ser do tipo obsessivo-compulsiva ou ter um toque perfeccionista que pode levar as pessoas a rotular o paciente de “certinho”, “chato” ou do tipo “cri-cri”, como se diz na gíria. Já a índole é algo que independe de ser ou não portador de TBH, está mais relacionada ao caráter.</p>
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<p><strong>O PACIENTE TEM CONDIÇÕES DE CONTROLAR A DOENÇA SEM MEDICAMENTOS?</strong></p>
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<p>Dependendo do grau de gravidade até é possível ao paciente viver sem tratamento algum, embora isso possa lhe trazer alguns problemas na vida. Muitos pacientes passam a vida inteira sem serem diagnosticados e, portanto, sem nunca chegar ao consultório de um psiquiatra. Alguns casos podem ficar suficientemente bem sem medicação, apenas com tratamento psicoterápico, mas não é a regra. A maioria dos pacientes se beneficia ou necessita, em alguma medida ou em algum momento, do uso de medicamentos. Quando está indicado, não há porque não fazer uso de medicamentos, uma vez que a relação custo-benefício costuma ser favorável ao paciente.</p>
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<p>DAS DUAS PONTAS DA BIPOLARIDADE &#8211; A EUFORIA E A DEPRESSÃO &#8211; QUAL DELAS MERECE MAIS CUIDADOS?</p>
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<p>É relativo, isso vai depender de cada caso e de cada momento em especial de cada paciente. Há momentos em que os sintomas depressivos são predominantes e exigem mais cuidados e outros em que os sintomas maníacos são mais</p>
<p>proeminentes podendo apresentar mais riscos. Nas fases depressivas o grande risco é a possibilidade de o paciente fazer tentativas de suicídio ou até mesmo chegar com êxito ao suicídio. O risco nesse sentido é bastante significativo e essa é uma das principais razões pela qual o tratamento se faz necessário. Infelizmente, mesmo atualmente, alguns pacientes chegam a fazer tentativas ou a cometer suicídio. Nesse sentido pode-se dizer que o TBH é uma enfermidade potencialmente letal, cujo tratamento deve, portanto, ser levado muito a sério.</p>
<p>Na fase maníaca, em casos mais graves, o risco é de agressão a terceiros,especialmente a pessoas da família ou de o paciente sofrer acidentes ou ter complicações com a polícia. Não é raro que o paciente sofra acidentes de trânsito quando dirige, pois o estado maníaco cria uma sensação maior de valentia em que o paciente tende a minimizar os riscos a que está se submetendo. Também</p>
<p>não é raro que o TBH venha a ser complicado pelo uso de drogas. Sendo que muitas vezes o uso de drogas como álcool ou cocaína pode funcionar não só como agravante como, também, como desencadeante de uma crise.</p>
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<p><strong>O SUICÍDIO FAZ PARTE DO &#8220;QUADRO&#8221; DO PACIENTE?</strong></p>
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<p>Sim, como já foi dito acima, o suicídio ou a morte acidental é sempre um risco em potencial que precisa ser constantemente avaliado ao longo do tratamento para que seja atendido a tempo.</p>
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<p><strong>PESSOAS DIAGNOSTICADAS COM O TBH SÃO DOENTES MENTAIS?</strong></p>
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<p>Essa é uma questão muito importante. Sim, o TBH é um transtorno ou doença mental como tantas outras. Infelizmente ainda há um preconceito muito grande em relação às doenças mentais em geral. Isso muitas vezes se torna um problema, pois é um dos fatores que leva o paciente, ou a família, a ter resistência em procurar ou se manter em tratamento psiquiátrico. Na verdade, a doença mental é um transtorno de saúde como qualquer outro, como são os transtornos cardíacos, pulmonares, endócrinos, gastrintestinais, etc. Há um temor em se admitir sofrer de uma doença mental devido ao medo do estigma social que ainda está associado a esse tipo de doença. No entanto, sofrer de uma doença mental não torna alguém pior ou melhor do que ninguém, o que pode eventualmente deixar a pessoa mal ou pior é a negação da doença, a qual impede a busca de tratamento adequado e, então sim, poderá haver complicações para a vida do paciente e da família.</p>
<p>Como costuma ser verdadeiro para qualquer outra doença, quanto antes o paciente buscar atendimento e quanto mais precocemente iniciar o tratamento, menores serão as chances de vir a sofrer pelas complicações que podem advir do agravamento do transtorno causado pela falta de tratamento. Procurar tratamento, portanto, ajuda também a diminuir os preconceito contra a doença mental, na medida em que os pacientes adequadamente tratados conseguem permanecer bem, levando uma vida normal, que demonstra aos demais que ter um transtorno mental não é nenhum “bicho de 7 cabeças”.</p>
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<p><strong>ALÉM DO TRATAMENTO MÉDICO, O QUE MAIS PODE CONTRIBUIR PARA QUE O PACIENTE TBA LEVE UMA VIDA NORMAL?</strong></p>
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<p>Tomar medidas gerais que visem a manutenção de uma boa saúde e qualidade de vida pode ajudar a manter o equilíbrio emocional e prevenir recaídas ou surtos de exacerbação: cuidar para não se submeter a situações de estresse intenso e prolongado, cuidar bem da alimentação, evitar o uso de bebidas alcoólicas e outras drogas (inclusive a nicotina e o excesso de cafeína) sem prescrição médica, praticar exercícios físicos regularmente, manter um bom convívio familiar e social, programar atividades de lazer com regularidade.</p>
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<p><strong>QUAL A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA NO TRATAMENTO?</strong></p>
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<p>A participação dos familiares e do entorno familiar como um todo é de fundamental importância para o diagnóstico, continuidade e sucesso do tratamento. Na maioria das vezes é um familiar que percebe primeiro que alguma coisa de anormal está acontecendo com o paciente quando este começa a apresentar os primeiros sintomas da doença. Não é raro que o paciente chega ao consultório do psiquiatra por insistência de familiares, pois o próprio paciente tem uma tendência muito grande a negar a existência do problema. Após o diagnóstico e instituição do tratamento a participação dos familiares também é de suma importância, pois, não é raro que o paciente pense em interromper o tratamento quando passa a se sentir bem achando que já pode dispensar a ajuda do médico e dos medicamentos. A suspensão súbita do tratamento é a principal causa de recaídas nesses pacientes. A prevenção de recaídas e de extrema importância, pois as recaídas são um fator de agravamento e, em casos mais graves, até mesmo de cronificação do transtorno. Daí ser essencial que tanto o paciente quanto seus familiares diretos estarem plenamente conscientizados da importância da continuidade do tratamento. Qualquer alteração nos medicamentos ou nas doses prescritas necessita de supervisão médica. É importante, também, que o paciente ou os familiares informem outros médicos do diagnóstico, e dos medicamentos que estão em uso, no caso de o paciente necessitar tratamento para outras doenças, devido à possibilidade de haver interações medicamentosas. É desejável que algum familiar ou, se possível, toda a família participe do tratamento, inclusive comparecendo no consultório médico para receber e solicitar esclarecimentos sobre a doença e para saber como ajudar. É muito importante que o paciente se sinta compreendido e amparado pelo meio familiar. Muitas vezes a incompreensão ou falta de apoio por parte de familiares se torna um fator que prejudica o curso do tratamento. O fato de o paciente viver sozinho ou não dispor algum familiar capaz de dar apoio é um fator de mau prognóstico.</p>
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<p><strong>Rubens Mário Mazzini Rodrigues, MD</strong></p>
<p>Médico Psiquiatra – Porto Alegre – CRM 9760</p>
<p><a href="http://www.yatros.com.br" target="_blank">http://www.yatros.com.br</a></p>
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		<title>Síndrome do Túnel do Carpo (STC)</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 15:16:58 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>
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		<category><![CDATA[STC]]></category>
		<category><![CDATA[Túnel do Carpo]]></category>

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		<description><![CDATA[Os sintomas da STC (dor, dormência, formigamento, falta de força) são causados pela compressão do nervo mediano no punho. Pioram à noite e ao despertar pela manhã. Na crise, a dor pode ir para o antebraço, cotovelo ou ombros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os sintomas da STC (dor, dormência, formigamento, falta de força) são causados pela compressão do nervo mediano no punho. Pioram à noite e ao despertar pela manhã. Na crise, a dor pode ir para o antebraço, cotovelo ou ombros.</p>
<p>A falta de sensibilidade nos dedos pode causar fraqueza, fazendo com que se deixe cair objetos e se tenha dificuldade de diferenciar se algo é frio ou quente. Se avançada, ocorre atrofia dos músculos, causando dificuldade de apertar o polegar contra os outros dedos da mão.</p>
<p>A STC pode ocorrer em mulheres pós-menopausa, por alterações hormonais. É mais comum na mão direita, mesmo em pacientes canhotos, porém frequentemente atinge os dois lados. A doença pode também ser causada por patologias como artrite reumatóide, diabetes, fratura do punho, hipotireoidismo, retenção de líquidos, tumores e condições fisiológicas, como a gravidez. Atividades que requeiram força podem aumentar os sintomas da STC, porém não os causam.</p>
<p>Tratamentos variam de talas, medicamentos, infiltrações até cirurgias. Atualmente, as cirurgias são com cortes menores, sendo realizada incisão de 3 cm na palma da mão, acompanhando a prega. Com um instrumento especial (Retinaculótomo), libera-se completamente todo o nervo mediano. A grande vantagem de incisões pequenas é menos dor pós-operatória. Não é necessário gesso, apenas curativo, deixando os dedos livres. A melhora do desconforto da mão pode ser imediata. Na própria noite após o cirurgia, o paciente já pode sentir o alívio e conseguir dormir sem despertar com dormência. A recuperação costuma ser bem rápida.</p>
<p><strong>Dr. Victor Dubin Wainberg – Cirurgias Ortopédicas – CREMERS 27935 – fone: 51 3013.5274</strong></p>
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		<title>Joanetes</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 15:16:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Joanetes]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando o dedão do pé (hálux) começa a desviar na direção dos dedos menores (desvio em valgo), forma-se o hálux valgus, surgindo uma proeminência óssea na parte interna do pé, chamada popularmente de joanete. O joanete pode ser muito doloroso, além de ocasionar um prejuízo estético e piorar com o passar do tempo.  Suas causas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o dedão do pé (hálux) começa a desviar na direção dos dedos menores (desvio em valgo), forma-se o hálux valgus, surgindo uma proeminência óssea na parte interna do pé, chamada popularmente de joanete.</p>
<p>O joanete pode ser muito doloroso, além de ocasionar um prejuízo estético e piorar com o passar do tempo.  Suas causas envolvem desde predisposição genético, até uso incorreto de sapatos. As opções de tratamento podem incluir adaptações dos sapatos, mas a resolução definitiva do problema só é feita com uma cirurgia de 60 minutos, em média. Atualmente, as técnicas são mais precisas e os instrumentais, mais apropriados.</p>
<p>Usamos microparafusos que são biocompatíveis e permanecem dentro do osso, não interferindo nas outras estruturas, nem necessitando ser retirados posteriormente. Empregamos técnicas de anestesia local combinadas com sedação, diminuindo muito a dor, e a recuperação dispensa uso de gesso. O paciente pode caminhar já no dia da cirurgia com uso de sandálias especiais. Excluindo-se fatores de risco e complicadores, os estudos mostram até 90% de bons resultados no procedimento.</p>
<p><em><strong>Dr. Victor Dubin Wainberg – Cirurgias Ortopédicas – CREMERS 27935 – fone: 51 3013.5274</strong></em></p>
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